IMPRIMIR

SSE 6: Exercícios Físicos E Hipertensão: Conceitos De Controle

Citar

TIPTON C.N. Exercícios Físicos E Hipertensão: Conceitos De Controle. Sports Science Exchange. Gatorade Sports Science Institute , v. 2, n. 13, jul/ago. 1995. Disponível em: http://www.gssi.com.br/. Acesso em xx.xx.200x.

Não foi possível copiar os dados para a área de transferência.
Por favor, digite Ctrl+C para copiar o texto.

Citação copiada com sucesso!

Copiar

Autores: Charles N. Tipton

Principais tópicos

- Hipertensão - ou pressão sanguínea elevada - é um fator de risco para doenças cardiovasculares que atingem 60 milhões de norte-americanos.
- Exercícios de resistência moderados podem reduzir a pressão sanguínea em repouso em 5-25mm Hg.
- Corrida, marcha acelerada, ciclismo e natação são atividades ideais para pessoas que sofrem de hipertensão. Entretanto, devem ser evitadas atividades que involvem esforço intenso, como segurar, pendurar-se, empurrar e levantar.
- As escolas devem iniciar programas de verificação de pressão sanguínea, para que professores e treinadores possam exercer um papel importante no controle da doença.


Introdução

Hipertensão é o termo médico utilizado para a doença conhecida como pressão sanguínea elevada, que atinge aproximadamente 30% da população adulta, ou seja, quase 60 milhões de pessoas (1). Ao contrário da maioria das doenças, os sintomas da hipertensão costumam ser silenciosos, até que sua presença seja revelada por um derrame, infarto do miocárdio ou insuficiência cardíaca (2). Como a hipertensão costuma se manifestar em adultos, as crianças e os adolescentes não se interessam pelo assunto ou não se preocupam muito com ele. Infelizmente, trata-se de um erro, pois jovens hipertensos tornam-se adultos hipertensos. Além disso, muitos jovens não sabem que têm uma predisposição à hipertensão (2). Finalmente, participar de certos tipos de atividades físicas ou esportes (Tabela 1) é desaconselhável para jovens que sofrem de hipertensão (2). Assim, as escolas e as organizações esportivas deveriam dar início à programas para a verificação da pressão sanguínea de modo a identificar jovens propensos e incentivar programas educacionais que ajudem a preparar pais e alunos a compreender e a controlar melhor a doença.

Fisiologia básica

Em repouso ou durante a atividade física o sangue e todos os seus nutrientes essenciais devem ser distribuídos para todas as regiões do organismo. O bombeamento sanguíneo pelo coração gera uma pressão no interior das artérias. Sem pressão, não há circulação sanguínea. Muitos fatores neurais, hormonais e locais (temperatura, potássio, ácido láctico, adenosina, dióxido de carbono, etc.) influem na magnitude da pressão medida, quando o coração se contrai, (pressão sanguínea sistólica, o valor mais alto obtido ao se medir a pressão sanguínea - figura 1) ou quando o coração está relaxado (pressão sanguínea diastólica, o valor mais baixo - figura 1). A relação fisiológica básica referente à pressão sanguínea pode ser definida da seguinte forma: Pressão Sanguínea Média = Débito Cardíaco x Resistência periférica total (A pressão sanguínea média é o resultado da soma da pressão sanguínea sistólica ao produto de duas vezes a pressão diastólica, dividido por 3. Figura 1). Os fatores que produzem alterações no débito cardíaco influenciarão simultaneamente a pressão sanguínea media. Por exemplo, um aumento na freqüência cardíaca ou no volume de pulsações (volume sanguíneo / batimento) pode elevar a pressão sanguínea média. Condições capazes de alterar a resistência ao fluxo sanguíneo, como alterações nas dimensões dos vasos, também interferirão na pressão sanguínea.

 

Fatores reponsáveis pelo aumento da pressão sanguínea

Muitos fatores influem na pressão sanguínea, como histórico familiar, idade, sexo, raça, dietas, gordura corpórea, biotipo, função renal, condicionamento físico e massa muscular envolvida nos exercícios (1), (2). O histórico familiar de hipertensão é o principal fator de risco. Em adultos hipertensos, as pressões sistólica e diastólica em repouso se igualarão ou ultrapassarão 140 e 90 mm Hg, respectivamente (1), (2). As pressões acima de 165/95 mm Hg são consideradas elevadas (1). Entretanto, esta classificação não se aplica a indivíduos entre 6 e 18 anos de idade porque pressões inferiores são consideradas altas para essa faixa etária (Tabela 2).
Treinadores, educadores e pais devem informados a respeito das técnicas disponíveis para controlar a hipertensão (Tabela 3). Das cinco técnicas relacionadas, este artigo dá ênfase aos exercícios físicos.

As contrações musculares e a pressão sanguínea

Vários tipos de contrações musculares podem afetar a magnitude da resposta da pressão sanguínea aos exercícios. Se os músculos se alongam ou se encurtam ao produzir energia o movimento é classificado como dinâmico. Quando os músculos se contraem sem se encurtarem ou se alongarem, o exercício ou movimento é considerado de natureza estática ou isométrica. Com movimentos dinâmicos, a elevação da pressão sangüínea média costuma ser moderada devido a uma redução na resistência periférica total que tende a compensar o aumento do débito cardíaco 2. Entretanto, isso nem sempre acontece nos exercícios estáticos porque há um aumento tanto do débito cardíaco como da resistência periférica total. Por isso, os exercícios estáticos costumam resultar em pressão sangüínea mais elevada eu os exercícios dinâmicos 2. A magnitude da elevação da pressão sangüínea durante os exercícios dependerá da intensidade do exercício, geralmente expressa por uma porcentagem da captação máxima de oxigênio (exercício dinâmico) ou pela contração voluntária máxima (exercício estático). Em geral, os indivíduos hipertensos apresentam uma resposta mais elevada ao exercício que os não hipertensos. A intensidade dos exercícios dinâmicos, ou seja, caminhar, correr, nadar e pedalar praticados por pessoas que sofrem de hipertensão deve corresponder a 40-65% da captação máxima de oxigênio 2, 3, 4; em relação aos exercícios estáticos como levantar objetos pesados recomenda-se 30-50% da concentração voluntária máxima.

 

Treinamento físico e a pressão sanguínea

Aparentemente há uma relação entre a pressão sanguínea em repouso dos atletas e os tipos de provas que participam. Isto pode ser explicado pelos tipos de contrações musculares exigidos nessas provas (Tabela 1). Há quase 60 anos verificou-se que as pressões em repouso dos halterofilistas olímpicos eram superiores às dos corredores de meia ou longa distância (5). Há evidências científicas suficientes para recomendar que as pessoas que sofrem de hipertensão não devem realizar atividades que exijam longos períodos de intensas contrações isométricas, como levantar, empurrar, segurar ou pendurar-se (2). A participação em atividades como levantamento de peso, luta romana, atletismo e futebol americano deve ser cuidadosamente monitorada. Muitos profissionais da área da saúde são terminantemente contra a prática de exercícios estáticos intensos por pessoas hipertensas porque tais exercícios requerem um grande suprimento de oxigênio para o coração, comprimindo os vasos sangüíneos e elevando a pressão sangüínea (2). Por exemplo, remover objetos pesados são atividades a serem evitadas por alguém que sofra de hipertensão, uma vez que requer uma porcentagem alta de contrações estáticas. Embora a recomendação pareça um tanto prudente e razoável, deve-se reconhecer a inexistência de pesquisas científicas que comprovem os efeitos prejudiciais dos exercícios estáticos na pressão sangüínea em repouso (6). Os defensores dos exercícios e da boa forma são adeptos de clichês do tipo: "Não há resultado sem dor" ou "Quanto mais melhor" para motivar a melhorara do desempenho físico. Se esse tipo de incentivo é duvidoso para qualquer população, é especialmente ruim paa pessoas hipertensas. As pesquisas realizadas com seres humanos e com animais demonstram que os exercícios regulares moderados (40-65% da captação máxima de oxigênio, 60-80% da freqüência cardíaca máxima) ajudam a diminuir a pressão sanguínea em repouso das pessoas que sofrem de hipertensão (2), (3), (4). É interessante notar que, quando ratos hipertensos se exercitaram a 80-95% da captação máxima de oxigênio, houve um aumento e não uma diminuição da pressão sanguínea em repouso 4, embora demonstrassem todos os indícios de treinamentos de resistência (baixa freqüência cardíaca, aumento do coração, enzimas musculares altamente ativas e valores altos de captação máxima de oxigênio) (7). Assim como muitas pessoas hipertensas, ratos hipertensos respondem prontamente aos estímulos ambientais (2). O estresse adicional resultante de esforços exaustivos e repetitivos pode ser responsável pela elevação da pressão em repouso. Sendo assim, exercícios dinâmicos como caminhar, correr, nadar,pedalar ou dançar são recomendados para pessoas com hipertensão e essas atividades devem ser praticados durante 30 a 60 minutos, três vezes por semana, em intensidade moderada.

 

Por que os exercícios diminuem a pressão sanguínea em repouso

Há indícios significativos de que a ativação do sistema nervoso simpático (o sistema "luta ou fuga") seja reduzida por treinamentos de resistência, modificações no comportamento e/ou alterações na dieta alimentar (2). Essa redução, aliada a um aumento da ativação do sistema nervoso parassimpático, reduzirá o débito cardíaco ao reduzir a freqüência cardíaca em repouso e/ou ao diminuir a resistência vascular para reduzir a pressão de retorno do sangue ao coração. Além disso, alguns achados indicam que aqueles que se submetem a treinamentos de resistência aumentam a eliminação renal de sódio (3), (8). Esta alteração leva a uma perda de líquidos do organismo que resulta em diminuição da pressão sangüínea. Levando isso em consideração, as pessoas hipertensas que reduzem a ingestão de sal e praticam exercícios de resistência estão contribuindo para uma boa saúde e controlando a doença com prudência.
O consumo excessivo de calorias é outra imprudência alimentar cometida por pessoas que sofrem de hipertensão, uma vez que á uma forte relação entre o teor de gordura do organismo e a pressão sanguínea em repouso (2), (9). Os médicos aconselham os pacientes hipertensos que se encontram acima do peso a emagrecer (2). A perda da gordura corpórea trás vários benefícios, entre eles a redução da atividade do sistema nervoso simpático, que diminui o débito cardíaco em repouso e a resistência vascular. Outro efeito positivo consiste no fato de que a perda da gordura corpórea está associada ao baixo nível de insulina plasmática (9). Como a insulina é capaz de estimular o sistema nervoso simpático e de promover a retenção de sódio pelo organismo, uma redução na concentração da insulina plasmática leva a uma diminuição da pressão sanguínea. A combinação de dieta com treinamentos físicos aumenta a sensibilidade dos tecidos orgânicos à insulina, fazendo com que menos hormônio seja necessário para influenciar o metabolismo. Conseqüentemente, seres humanos e animais treinados apresentam concentrações de insulina plasmática inferiores às dos não treinados (2), (9). Os treinamentos de resistência pode fazer com que esses receptores respondam menos às alterações da pressão, tornando-se, assim, menos propensos a regular a pressão sanguínea em valores mais altos. Os tecidos cardíacos contém grânulos que liberam o fator natriurético atrial (FNA = atrial natriuretic factor) na circulação quando o coração é estirado pelo aumento da pressão sanguínea. O FNA atua como um hormônio que faz com que as veias relaxem, o sódio seja excretado e os líquidos eliminados pelos rins. Enquanto a concentração de FNA no sangue é alterada pela hipertensão, movimentação e exercícios exaustivos (10), (11), ainda não se sabe ao certo como os exercícios crônicos afetam o FNA de pessoas hipertensas (10). Há menos de 10 anos descobriu-se que a prática de exercícios era capaz de reduzir a pressão sanguínea de seres humanos hipertensos (12), (13). No início isso era considerado um efeito resultante da sudorese abundante. Os estudos mais recentes realizados com humanos e animais (14) revelam que é bem provável que a perda de líquidos pela transpiração não seja a explicação. Atualmente acredita-s que após o exercício o débito cardíaco é reduzido, fazendo com que a pressão sanguínea permaneça inferior aos valores basais durante 30 a 90 minutos. Entretanto, não se sabe se o efeito é causado pelo FNA, por metabólitos circulantes, temperaturas elevadas ou alterações cerebrais. Muitas pessoas hipertensas apresentam personalidade e comportamento extremamente reponsivos a estados de ansiedade, frustração, apreensão e irritação (2). Qualquer atividade capaz de atenuar essas condições emocionais e psicológicas contribuirá para baixar a pressão em repouso. Embora não se saiba ao certo, aparentemente o exercício sistemático regular, melhora a auto-estima e o estado mental. Novamente, se aliado a procedimentos capazes de provocar alterações no comportamento, o treinamento físico moderado pode ajudar a controlar a hipertensão.
Por último, caso as técnicas que não consigam controlar a pressão sanguínea em repouso, a combinação de exercícios com medicação reduzirá a quantidade (e o custo) da medicação necessária à normalização da pressão (2).

Resumo

A hipertensão é um grave problema médico que produz grande impacto no estado fisiológico, psicológico, econômico e social de indivíduos, famílias e sociedades. Como a pressão sanguínea elevada apresenta poucos sintomas, a pressão sanguínea em repouso deve ser medida a intervalos regulares durante toda a vida.
Identificar pessoas hipertensas e aquelas propensas à doenças, bem como coloca-las a par dos programas de tratamento disponíveis são passos fundamentais para o controle da doença. Nesse tipo de abordagem é essencial incentivar o treinamento de resistência moderado e desencorajar a prática de atividades estáticas extremamente intensas.

Tabela 1
As Atividades Físicas e a Hipertensão

 

Futebol americano
 
As atividades recomendadas devem ser mantidas durante 30-60 minutos a 40-70 por cento da captação máxima de oxigênio e repetidas três vezes por semana.

Tabela 2
Categorias da Pressão Sangüínea de Acordo com a Idade
 

PSS = Pressão sangüínea sistólica. PSD = Pressão sangüínea diastólica. Modificado a partir dos dados apresentados na referência nº7

Tabela 3
Intervenções Utilizadas no Controle da Hipertensão

1. Redução do consumo de calorias.
2. Redução do consumo de sal.
3. Alteração do comportamento.
4. Instituição de um programa de treinamento de resistência moderado
5. Prescrição de agentes farmacológicos.

 


Figura 1. Alterações nas pressões sanguíneas e diastólica durante intensos exercícios dinâmicos até atingir a exaustão. Após 10 minutos de exercícios, a pressão sanguínea média aproximada seria 114 mm Hg, ou seja, [179 + (2x81) 1/3]. A autorização para a publicação da figura 8.9, página 154 do livro do Dr. Lamb entitulado Physiology of Exercise: Responses and Adaptations (2ª Edição, 1984) foi fornecida pela MacMillan Publishing Company, New York.

REFERÊNCIAS

(1) Horan, M.J., Sinaiko, A.R. Synopsis of the report ot the second task force on blood pressure control in children. Hypertension; 10:115-121,1987
(2) Tipton, C.M.Exercise, training, and hypertension. Exerc. Sport Sci.Rev.; 12:245-306,1984.
(3) Kiyonaga, A., Arakawa, K., Tanaka, H., Shindo, M. Blood pressure and hormonal responses to aerobic exercise. Hypertension; 7:125-131,1985.
(4) Tipton, C.M., Matthes, R.D., Marcus, K.D., Rowlett, K.A., Leininger, J.R. Influence of exercise, intensity, age, and medication on resting systolic blood pressures of SHR populations .J. Appl. Physiol.; 55:1305-1310, 1983.
(5) Bramwell, C., Ellis, R. Clinical observations on Olympic Athletes. Arbeitsphysiolgie; 2:51-60,1929.
(6) Tipton, C.M., McMahon, S., Youmans, E.M., Overton, J.M., Edwards, J.G., Pepin, E.B., Lauber, C. Response of hypertensive rats to acute and chronic conditons of static exercise. Am.J.Physiol. (Heart and Circulatory Physiol.). 23H:592-H598,1988.
(7) Scheuer, J., Tripton, C.M. Cardiovascular Adaptations to Physical Training. Ann. Ver. Physiol; 39:221-251,1977.
(8) Nomura, G., Kumagai, E. Midorikawa, K., Kitano, Tl, Tasiro, H., Toshima, H. Phyical Training In Essential Hypertension: Alone And In Combination With Dietary Salt Restriction. J. Cardiac Rehabl; 4:469-483,1984.
(9) Edwards, j.g. the influence of insulin on arterial blood pressure. Unpublished ph.D. Thesis, university of iowa, 1987, p.1-181.
(10) Freud, B.J. Claybaugh, J.R. Diece, M.S., Hashiro, G.M. Hormonal and Vascular fluid responses to maximal exercise in trained and untrained males. J.Appl.Physiol.; 63:669-676,1987.
(11) Ogihara, T., Shima, J., Hara, H., Kumahara, Y., Kangana, K., Matsuo, H. Changes in human plasma atrial natriuretic polypeptide concentration in normal subjects during passive leg raising and whole body tilting. Clin.Sci.; 71:147-150, 1986.
(12) Bennett, T., Wilcox, R.G., MacDonald, I.A.Post-exercise reduction of blood pressure in hypertensive men is not due to acute impairment of baroreflex function. Clin. Sci; 67:97-103, 1984.
(13) Fitzgerald, W. Labile. Hypertension and jogging: New diagnostic tool or sprurious Discovery? Brit. Méd.J., 282:542-543,1981.
(14) Overton, J.M. Joyner, M.J. Tipton, C.M. Reductions in blood pressure after acute exercise by spontaneously hypertensitive rats. J. Appl. Physiol. In Press.

TÉCNICAS PARA O CONTROLE DA HIPERTENSÃO
Hipertensão é o termo médico utilizado para pressão sangüínea elevada, um mal que atinge aproximadamente 30 por cento da população adulta, ou quase 60 milhões de indivíduos nos EUA. Ao contrário de muitas doenças, os
sintomas da hipertensão costumam ser silenciosos e indolores até que sua presença seja revelada através de derrame, de infarto do miocárdio ou de insuficiência cardíaca. A pressão sangüínea sofre influência de muitos fatores, incluindo histórico familiar, idade, sexo, raça, dieta, gordura corpórea, biótipo, função renal, nível de condicionamento físico e massa muscular envolvida no exercício. O histórico familiar de hipertensão é o principal fator de risco para o desenvolvimento dessa doença. As atividades recomendadas para pessoas que sofrem de hipertensão incluem caminhar, correr, nadar, pedalar e dançar. Tais exercícios devem ser praticados durante 30 a 60 minutos, em níveis de intensidade moderada, pelo menos três vezes por semana. As atividades a serem evitadas devido à sua capacidade de elevar a pressão sangüínea em pessoas hipertensas incluem levantamento de peso, luta romana e futebol americano.
“Moderação” é a palavra-chave a ser sempre lembrada por pessoas que sofrem de hipertensão. Para se determinar o melhor nível de exercício deve-se monitorar a freqüência cardíaca. Para identificar a zona alvo da freqüência cardíaca de acordo com a idade, as pessoas devem se basear na tabela abaixo:

Recomendações básicas para o controle da hipertensão:

- Reduzir a ingestão de sódio
- Procurar aconselhamento médico profissional para a medicação
- Se houver excesso de peso, reduzir a ingestão de calorias
- Iniciar um programa de exercícios moderados