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SSE 7: Novas Idéias Para a Reidratação durante e Após os Exercícios no calor

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NADEL E.R. Novas Idéias Para a Reidratação durante e Após os Exercícios no Calor. Sports Science Exchange. Gatorade Sports Science Institute , v. 1, n. 3, set/out. 1996. Disponível em: http://www.gssi.com.br/. Acesso em xx.xx.200x.

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Autores: Ethan R. Nadel

Principais tópicos

- Os fatores mais importantes na redução da tolerância ao calor e no desempenho durante o exercício em altas temperaturas são aqueles seguidos de desidratação progressiva. Em condições quentes, a perda de água pela pele e das superfícies respiratórias pode ultrapassar dois litros por hora. A reposição dos líquidos perdidos e uma boa hidratação é essencial para um melhor desempenho
- A reidratação adequada durante e após os exercícios depende da manutenção da pressão osmótica para absorver líquidos e da manutenção de uma baixa eliminação de urina. A reidratação só a base de água dilui o sangue rapidamente, extinguindo a sede e estimulando um aumento na produção de urina. A reidratação se dará mais rapidamente se o sódio, principal eletrólito perdido através da transpiração, for consumido com os líquidos.

Introdução

Durante a atividade física uma quantidade significativa de calor é gerada como um subproduto do metabolismo energético que mantém os processos de contração e relaxamento dos músculos em atividade. A taxa de calor produzida pelos músculos ativos pode chegar a até 100 vezes a produzida pelos músculos inativos. Se o organismo armazenasse esse calor em vez de dissipa-lo, a temperatura interna se elevaria à razão de 1° C (1,8° F) a cada 5 a 8 minutos (durante exercícios moderados), resultando em hipertermia (superaquecimento) e colapso em 15 a 20 minutos. É claro que isto não costuma acontecer, uma vez que o organismo possui um sistema muito sofisticado que indica um aumento na temperatura interna e consequentemente ativa os reflexos associados à perda de calor. Um desses reflexos é a dilatação dos vasos sangüíneos da pele que aumenta o fluxo sangüíneo para a pele, transferindo o calor do interior do organismo à superfície cutânea. Esse aumento no fluxo sangüíneo da pele eleva a temperatura cutânea, permitindo que o calor seja transferido da pele ao ambiente por radiação e convecção.
Outro reflexo relacionado à perda de calor é a ativação das glândulas sudoríparas que secretam suor na superfície cutânea, permitindo que este evapore. A evaporação de um grama de água na superfície cutânea elimina aproximadamente 0,6 quilocaloria. Como as glândulas sudoríparas podem produzir até 30g de suor por minuto, praticamente todo o calor produzido através de exercícios intensos pode ser dissipado através da evaporação do suor sob condições ideais. Em temperaturas baixas, muito do calor gerado durante os exercícios é liberado do organismo por radiação e convecção da pele exposta, tornando o risco de desidratação relativamente baixo.
Em temperaturas moderadas, a menor diferença de temperatura entre a pele e o ambiente resulta em uma taxa inferior de transmissão de calor por radiação e convecção. Assim, durante exercícios praticados em climas quentes, o organismo também depende da evaporação do suor para dissipar calor. Em temperaturas muito elevadas, quando as temperaturas cutânea e ambiental são praticamente as mesmas, a transferência de calor por radiação e convecção não ocorre e a evaporação do suor consiste no único meio de dissipação da carga de calor.
Uma taxa muito elevada de evaporação realmente resfria o organismo, permitindo exercitar-se no calor por mais tempo. Entretanto, a incapacidade de compensar a perda de líquidos do organismo através da transpiração pode reduzir a prática de exercícios a períodos bem curtos.
Conseqüentemente, o grande desafio durante a prática de exercícios em climas quentes consiste em minimizar a desidratação e o risco de hipertermia excessiva a ingestão de líquidos a intervalos freqüentes.

Problemas que acompanham a desidratação

Na desidratação progressiva, perde-se água de todos os compartimentos corpóreos, incluindo o sangüíneo. Há mais de quarenta anos, Adolph (1) observou que, durante a desidratação, o volume sangüíneo diminuía a uma taxa desproporcionalmente maior do que a dos demais compartimentos de líquidos do organismo. Mais tarde, Costill e Sparks (2) verificaram que a diminuição relativamente maior do volume circulatório devia-se ao fato de que a grande quantidade de íons perdidos através da transpiração (sódio e cloreto), gerava um fluxo de íons do espaço extracelular e que o fluxo de água seguia a mesma direção. A compensação parcial para essa perda de água plasmática deriva da transferência de água de outros compartimentos de líquidos de outros organismos para o interior do espaço vascular. Entretanto, a desidratação também desencadeia outros ajustes de compensação.
Uma redução no volume de sangue em circulação produz efeitos marcantes na capacidade do coração de bombear sangue e oxigênio aos órgãos que necessitam de um fluxo sangüíneo mais intenso durante a atividade física (Isso se aplica principalmente aos exercícios praticados em temperaturas elevadas). A redução do volume de sangue em circulação resultante de exercícios praticados no calor diminui a quantidade de sangue no coração, bem como o volume sangüíneo que o coração consegue bombear a cada batimento. Para manter o débito cardíaco e a pressão sangüínea arterial sob tais condições, a freqüência cardíaca deve aumentar. Contudo, Rowell et al. (3), demonstram que, durante a prática de exercícios intensos na esteira rolante à temperaturas elevadas, o aumento reflexo da freqüência cardíaca não é suficiente para compensar a queda no volume sistólico, tornando o débito cardíaco inferior ao verificado em temperaturas mais amenas.
Como resultado, o débito cardíaco máximo é reduzido, levando também a uma diminuição da força aeróbia máxima e do desempenho real. Quando a força aeróbia máxima é reduzida, a intensidade de certo exercício (por exemplo, correr a um determinado ritmo) aproxima-se da máxima, podendo até mesmo superar a intensidade que pode ser mantida pelos sistemas transportadores de oxigênio do organismo.
Temos demonstrado que o uso de diuréticos para reduzir o volume sangüíneo diminui a capacidade de aumentar a freqüência cardíaca para manter o débito cardíaco normal (4), (5). Nesses estudos, o débito cardíaco foi reduzido em aproximadamente 2 L por minuto, com conseqüente diminuição do volume sangüíneo. Apesar da diminuição da capacidade do coração em manter o débito, aparentemente não se verificou um comprometimento no aporte de oxigênio aos músculos que estavam sendo trabalhados.
Entretanto, a taxa de produção de calor para a pele foi prejudicada devido à redução do fluxo sangüíneo na pele (4) e do sangue nas veias cutâneas (5). Além disso, registrou-se uma elevação de aproximadamente 0,4° C na temperatura corpórea interna após 30 minutos de exercício, pois houve uma diminuição no volume sangüíneo. As implicações na redução do desempenho são evidentes. Quanto maior a taxa de armazenamento de calor em uma pessoa cujo volume sangüíneo esteja reduzido pela desidratação, mais rápida a capacidade de atingir o limite de tolerância da temperatura corpórea interna e menor o tempo necessário para se chegar à exaustão.

Problemas que acompanham a reidratação

Os seres humanos se caracterizam por não conseguirem se reidratar adequadamente quando desidratados. Este fenômeno é conhecido como desidratação involuntária devido à manutenção prolongada de um estado de desidratação parcial, apesar da ingestão voluntária e ilimitada de líquidos. Aparentemente os seres humanos são destituídos da capacidade de ingerir e de reter líquidos na mesma proporção que os perdem pela sudorese. As razões para isso só foram esclarecidas recentemente.
Morimoto et al. (6) verificaram uma melhora na reidratação dos seres humanos que ingeriram uma solução à base de glicose e de eletrólitos em vez de água, após terem passado por um processo de desidratação térmica. Contudo, não ficou claro nesse estudo se foi o sabor, a glicose ou os eletrólitos o responsável pela melhor hidratação. Nose et al. (7) demonstraram que, após a desidratação térmica, a reidratação de ratos que receberam sódio na água em que bebiam deu-se de forma muito mais completa do que quando receberam apenas água. A reposição da perda de sódio parece ser um fator importante no processo de reidratação. Nose et al. (8) verificaram em seres humanos como a quantidade de sódio presente em líquidos ingeridos interfere na sua ingestão e na restauração dos níveis de fluidos do organismo após a desidratação térmica. Seis voluntários submeteram-se a duas exposições ao calor e ao regime de exercícios que resultaram em desidratação ligeira, ou seja, em uma redução de 2,3% do peso corporal. Os sinais e sintomas clínicos de desidratação como hipertermia, tontura e desorientação, surgiram após a desidratação de aproximadamente 3% do peso corporal. Em seguida, cada um dos voluntários reidratou-se em seu próprio ritmo com água e com cápsulas contendo sódio, o suficiente para repor grande parte do que fora perdido através da transpiração ou placebo. Durante o período de 3 horas de reidratação, os voluntários que se reidrataram apenas com água recuperaram 68% do líquido perdido. Já os sujeitos que se reidrataram com a solução de sódio repuseram 82% dos líquidos perdidos. Quando a bebida de reidratação era apenas água, a concentração plasmática de sódio voltou ao nível de controle nos 15 minutos após a ingestão, uma vez que a absorção de água nos intestinos dilui o sangue, estimulando a produção de urina e inibindo o reflexo da sede dependente do sal. Após a primeira hora de reidratação houve também uma restauração do volume plasmático perdido, inibindo o reflexo da sede dependente do volume. Assim, a ingestão de água no processo de reidratação extingue rapidamente grande parte da sede.
Quando o sódio foi ingerido com a água o sódio plasmático permaneceu significativamente mais elevado durante o período de três horas de teste, comparado aos voluntários que consumiram apenas água.
Deste modo o reflexo da sede dependente do sal foi mantido, retardando a estimulação da produção de urina e levando a uma restauração da quantidade de água do organismo muito mais completa no período de três horas de recuperação. Além disso, a recuperação do volume plasmático perdido ocorreu bem mais rapidamente nos indivíduos que se reidrataram com a bebida à base de sódio. Poderíamos dizer que isso melhoraria a capacidade de destribuição do fluxo sangüíneo durante exercícios envolvendo grande esforço físico.
Embora possamos supor que os princípios referentes à reposição do líquido perdido se aplicam tanto à fase de exercícios quanto à de recuperação de atividade física, isso ainda não foi satisfatoriamente comprovado. Não é preciso dizer que se trata de um ponto importante a ser pesquisado.

Aplicações práticas

Efeitos Benéficos do Condicionamento

Pelo fato da diminuição no desempenho estar associado à perda do volume sangüíneo decorrente de desidratação progressiva, qualquer meio utilizado para evitar tal perda também deve prevenir ou limitar a redução do desempenho. Embora não pareça apropriado considerar o treinamento um método de prevenção dos efeitos nocivos da desidratação, vários procedimentos adaptativos que acompanham um condicionamento físico cada vez melhor ajudam a prevenir problemas relacionados à desidratação. Treinos são acompanhados de um aumento do volume sangüíneo (9).
Um grande volume sangüíneo inicial garante uma pressão adequada para preenchimento do coração mesmo em casos em que há perda de água plasmática decorrente de desidratação progressiva. A expansão do volume sangüíneo também permite uma melhor transferência de calor do interior do organismo para o ambiente durante atividade física (6), provavelmente por possibilitar uma distribuição maior do volume sangüíneo para a pele. Essa melhora na dissipação do calor aumenta a margem de segurança dos efeitos adversos da hipertermia. Treinos também produzem alterações na função das glândulas sudoríparas, o que resulta na produção de suor mais diluído. Isso serve para conservar o sódio do organismo e melhorar a capacidade de recuperação da água corpórea quando a reidratação é feita com água.
Entretanto, é importante lembrar que, para que haja uma melhor restauração dos líquidos corpóreos perdidos, o líquido utilizado na reidratação deve conter sódio.
Por isso, é importante que a reidratação seja feita à base de bebidas contendo sódio.

Pré-hidratação

É de se esperar que os efeitos nocivos da desidratação demorem mais para se manifestar se o indivíduo estiver bem hidratado antes de se exercitar. Os mesmos princípios referentes à reidratação valem também para a pré-hidratação. Se uma pessoa beber apenas água antes de se exercitar, o sangue se diluirá estimulando um aumento rápido na produção de urina.

A reidratação durante os exercícios

Embora saiba-se menos ainda sobre a reidratação durante o exercício, podemos partir do pressuposto de que os mesmos princípios se aplicam a este caso. O mais importante é que atletas não podem depender da sensação de sede para começarem a ingerir líquidos, tanto durante quanto após os exercícios porque a retenção de água e a diluição do sódio que ocorrem no plasma extinguem o reflexo da sede.

Carboidratos podem ajudar

Resta ainda uma última questão: Além do sódio, a bebida utilizada na reidratação também deve conter carboidratos? Esse assunto não está diretamente relacionado à quantidade de água no organismo, embora saiba-se que os carboidratos apresentam propriedades osmóticas capazes de atuar positivamente na capacidade de retenção de água do organismo. É claro que a suplementação de carboidratos é útil durante exercícios de resistência (10). Também é provável que a presença de glicose e de sódio na mistura melhore a absorção de líquidos nos intestinos. Os tipos de líquidos e carboidratos necessários devem ser analisados antes do treinamento ou competição para que a reidratação possa ser feita com o líquido adequado.

Resumo

Em temperaturas quentes, a evaporação da transpiração é o único meio de dissipação da carga de calor. Apesar de resfriar o corpo, uma alta taxa de evaporação também remove água e sódio do organismo.
Ao fazê-lo, o volume sangüíneo é reduzido, assim como a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada batimento. Embora o organismo seja capaz de compensar parcialmente a desidratação, o desempenho atlético é reduzido à medida que o grau de desidratação se eleva.
Infelizmente, seres humanos não são dotados da capacidade de consumir e de deter líquidos à mesma proporção que perdem esses líquidos. Isso se deve ao fato de que o sangue se dilui quando a água é absorvida nos intestinos: a diluição do sangue inibe o reflexo da sede dependente de sal, estimulando a produção de urina.
Se ingerirmos um líquido para reidratação que contenha sódio, o reflexo da sede dependente do sal manter-se por um período mais longo, retardando a produção de urina e conseqüentemente favorecendo uma melhor reidratação. Além disso, a recuperação do volume plasmático perdido é mais rápida quando a reidratação é feita à base de bebidas contendo sódio. Acredita-se que isso melhore a distribuição do fluxo sangüíneo, o controle termoregulatório e o desempenho dos exercícios praticados no calor.


Referências

(1) Adolph, E.F.Blood changes in dehydration. In Adolph, E.F. (Ed.), Physiology of Man in the Desert; pp.160-171, New York: Interscience, 1947.
(2) Costill, D.L., Sparks, K.E. Rapid fluid replacement fllowing dehydration.J.Appl. Physiol.; 34:36-43, 1973.
(3) Rowell, L.B., Marx, H.J., Bruce, R.A., Conn, R.D., Kusumi, F. Reductions in cardiac output, central blood volume and stroke volume with thermal stress in normal men during exercise. J. Clin. Invest.; 45:1801-1816, 1966.
(4) Nadel, E.R., Fortney, S.M., Wenger, C.B. Effect of hycration state on circulatory and thermal regulations. J. Appl. Physiol.; 49:715, 1980.
(5) Fortney, S.M., Wenger, C.B., Bove, J.R., Nadel, E.R. Effect of blood volume on forearm venous and cardiac stroke volume during exercise. J. Appl. Physiol.; 55:884-890, 1983.
(6) Morimoto, T., Miki, K., Nose, H., Yamanda, S., Hirakawa, K., Matsubara, C. Changes in body fluid and its composition during heavy sweating and effect of fluid and electrolyte replacement. Jpn. J. Biometeor.; 18:31-39, 1981.
(7) Nose, H., Morita, M., Yawata, T., Morimoto, T. Recovery of blood volume and osmolality after thermal dehydration in rats. Am. J. Physiol.; 251:R492-R498, 1986.
(8) Nose, H., Mack, G.W., Shi, X., Nadel, E.R. Role of osmolality and plasma volume during rehydration in humans. J.Appl. Physiol.; In press.
(9) Convertino, V.A., Greenleaf, J.E., Bernauer, E.M. Role of thermal and exercise factors in the mechanism of hypervolemia, J. Appl Physiol.; 48:657-664, 1980.
(10) Coyle, E.F., Coggan, A.G., Hemmert, M.K., Ivy, J.L. Muscle glycogen utilization during prolonged strenous exercise when fed carbohydrate. J.Appl. Physiol.; 61:165-172,1986.

REIDRATAÇÃO: A CHAVE PARA ATINGIR O DESEMPENHO MÁXIMO DURANTE E APÓS A PRÁTICA DE EXERCÍCIOS NO CALOR

A reposição adequada de líquidos antes, durante e após a atividade física atua positivamente no desempenho do atleta. A manutenção dos níveis de líquidos do organismo durante os exercícios torna-se particularmente importante quando a perda de água do organismo pela pele e pelas superfícies respiratórias ultrapassa dois litros por hora, como costuma acontecer no calor. A sede não é um indicativo confiável da necessidade de líquidos após a atividade física em temperaturas elevadas, em parte porque a ingestão de água atenua rapidamente a sensação de sede. Além disso, a reidratação à base de água pura dilui o sangue rapidamente, estimulando um aumento na produção de urina e levando a uma desidratação ainda mais grave. A reidratação se dará mais rapidamente quando bebidas contendo sódio - o principal eletrólito perdido através da transpiração - forem consumidas. A ingestão de bebidas que contenham sódio permite que o sódio plasmático permaneça elevado durante o período de reidratação e ajude a manter a sede, ao mesmo tempo em que retarda a estimulação da produção de urina. A bebida utilizada no processo de reidratação também deve conter glicose ou sacarose, uma vez que tais carboidratos são fonte de energia para músculos em atividade, estimulando a absorção de líquidos nos intestinos e tornando a bebida mais saborosa.

Os procedimentos a seguir ajudarão atletas a se manterem adequadamente hidratados durante treinos e provas:
- Pese-se, sem roupas, antes e depois de se exercitar, principalmente quando estiver calor.
Para o peso corporal perdido com exercícios, beba o equivalente em líquido
(Exemplo: 1/2 quilo = 1/2 litro ).
- Tome uma bebida para reidratação que contenha sódio para repor rapidamente os líquidos corpóreos perdidos. A bebida deve conter também de 4 a 8 por cento de glicose ou de sacarose.
- Beba 2 1/2 copos de líquido duas horas antes dos treinos ou provas.
- Beba 1 1/2 copo de líquido 15 minutos antes da competição.
- Beba pelo menos 1 copo de líquido a cada 15-20 minutos durante os treinos e competições.
- Beba líquidos à vontade, antes ou durante as competições.
- Evite o consumo de bebidas contendo cafeína e álcool, uma vez que aumentam a produção de urina e favorecem a desidratação.

TABELA DE PESO CORPORAL
Registre o peso do atleta antes e depois do treino ou competição. Em seguida, marque a alteração do peso. Em função do peso corporal perdido, faça a reposição com a quantidade igual de líquidos (Exemplo: 1/2 quilo = 1/2 litro ).